Para não afirmar o obvio,
Como diria em titulo de intodução,
Não são ruas aquelas que não se cruzam,
Mas labirintos que se perdem nas metafisicas da alma,
Sem saber e demais querer.
Nada que uma pessoana saiba
O que outrora fez nas mais levedias...
Querias o resto ?
Ficou-me pelos cabelos e
Em pensamentos de insensatez
Se o que diria é certo.
Pela segunda vez
Em jeito de sentimento
Que a água desfez,
Pergunto-lhe.
Que me foi que utrora ergueu,
Que me fez levar daqui a malvadez ?
Em jeito de cifra,
Que foi o que nada
Alguma vez fez ?
Foi da mensagem a decifra
Que pelo nome
Aquele que deus fez ?
O imperador,
Aquele que só tem da alma
o que lhe dizia ?
Diga-lhe também
Que d´entre naves e navios
Não há barca que o leve.
D´ainda que depois do desenho
Arquitetado no vidro embaciado
Parecendo que de dentro
Estava nevoeiro.
Nevoeiro?
Apenas a neblina Mista
Que percorre as ruas
Á procura de Império,
Não sejam os raios de sol
A protestar.
Daqui só o levedar daquela
Massa branca de que são
Feitos os sonhos,
De um estrear amarelo
da luz do dia.
Estrelas que indicam o
Caminho num mar de algodão
Onde assenta a paz
Daquela que brilha,
Á espera do reflexo que
A faça prosperar.
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