quinta-feira, 24 de junho de 2010

Liberdade: Brasão de Armas

O Leão da Guarda Real á direita, O Dos Castelos á esquerda, O Guarda Bandeiras aos lados, O Guarda de Serviço ao centro e no peito ao lado esquerdo bato na minha armadura com o bastião da verdade onde a insignia da ordem de guerra desarmada dá lugar á paz eterna como paga após milhares de anos de sangue derramado entre a humanidade. - Magno Jardim

sábado, 5 de junho de 2010

Império de liberdade

Para não afirmar o obvio,
Como diria em titulo de intodução,
Não são ruas aquelas que não se cruzam,
Mas labirintos que se perdem nas metafisicas da alma,
Sem saber e demais querer.

Nada que uma pessoana saiba
O que outrora fez nas mais levedias...

Querias o resto ?

Ficou-me pelos cabelos e
Em pensamentos de insensatez
Se o que diria é certo.

Pela segunda vez
Em jeito de sentimento
Que a água desfez,
Pergunto-lhe.

Que me foi que utrora ergueu,
Que me fez levar daqui a malvadez ?

Em jeito de cifra,
Que foi o que nada
Alguma vez fez ?

Foi da mensagem a decifra
Que pelo nome
Aquele que deus fez ?

O imperador,
Aquele que só tem da alma
o que lhe dizia ?

Diga-lhe também
Que d´entre naves e navios
Não há barca que o leve.

D´ainda que depois do desenho
Arquitetado no vidro embaciado
Parecendo que de dentro
Estava nevoeiro.

Nevoeiro?

Apenas a neblina Mista
Que percorre as ruas
Á procura de Império,
Não sejam os raios de sol
A protestar.

Daqui só o levedar daquela
Massa branca de que são
Feitos os sonhos,
De um estrear amarelo
da luz do dia.

Estrelas que indicam o
Caminho num mar de algodão
Onde assenta a paz
Daquela que brilha,
Á espera do reflexo que
A faça prosperar.