sexta-feira, 19 de março de 2010

Naquele dia

Numa manha cizenta acordam os peixes meio abananados, cheios de rimel nos olhos, embebecidos em algas flurescentes que bailam, pulam e saltam como pirilampos á volta de uma lampada incandeceste, quase como a se ver ao espelho, veêm-se os peixes quando olham para o céu e do céu para a terra a passear debaixo de um cizento onde por cima um sol brilha, fechado por entre arvoredos e montanhas silenciosas que se esbatem a favor do vento que sopra na direção de uma brasa que de intenso calor fumega, que de dentro para fora brilha, quente e fulgurosa, emanente que de não se libertar encobre os olhos que do rímel foram apagados e incendiados pelo luar em que num dia purificados por um raio de sol que os tocou na face os soltou, libertou e
voou.

Paz
:)

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